Colégio Sagrado Coração de Jesus participa do 3º Escola na Câmara

Publicado em 11/06/2026 13:07
Por: Alexandre Fonseca

Alunos do Colégio Sagrado Coração de Jesus participaram na segunda-feira (8) de uma visita à Câmara Municipal de Teresina como parte da disciplina eletiva “Política e Cidadania”, ofertada no 1º ano do Ensino Médio. A atividade integrou a 3ª edição de 2026 do projeto Escola na Câmara.

 

Os estudantes conheceram o funcionamento da Casa, participaram de uma sessão simulada e conversaram com parlamentares sobre a elaboração de projetos de lei, desafios da cidade e a participação das mulheres na política.

 

O presidente da Câmara, vereador Enzo Samuel, aproveitou o encontro para defender uma maior aproximação dos jovens com a política. Na visão do parlamentar, o conhecimento sobre o funcionamento das instituições públicas contribui para ampliar a participação popular e fortalecer as decisões voltadas à cidade.

 

Para a irmã Elane, representante da direção da instituição, experiências fora da sala de aula fortalecem a formação cidadã. “Queremos formar jovens capazes de fazer a diferença onde estiverem, seja na política, no ambiente de trabalho ou em qualquer espaço da sociedade”, disse.

 

A estudante Rafaela Braga contou que a atividade permitiu uma compreensão mais ampla sobre a Câmara Municipal de Teresina. “A visita nos ajudou a entender melhor como funciona o Poder Legislativo e a perceber que a política não é importante apenas para quem pretende atuar na área, mas para toda a sociedade”, declarou.

 

A importância da participação popular também esteve entre os temas abordados pelos vereadores Juca Alves e Leondidas, que apresentaram a Câmara como um espaço aberto à sociedade e associaram a construção da cidadania ao envolvimento da população nos debates públicos.

 

Responsável pela disciplina, o professor Francisco Filho avaliou que iniciativas como essa ajudam a desenvolver senso crítico e responsabilidade coletiva. “A democracia se fortalece quando as pessoas compreendem como funcionam as instituições e participam dos debates públicos. É importante que os alunos entendam que também têm voz nesse processo”, concluiu.